Caso queira baixar algum livro de minha autoria, clique nos links abaixo
Sociedade do lixo
Público: Livre
Temática: Reportagens sobre lixo
O livro-reportagem Sociedade do Lixo traz seis histórias reais, de pessoas que vivem numa sociedade muitas vezes esquecida: a sociedade do lixo.
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O Silêncio das Mariposas
Link para baixar:
Público: Adulto
Temática: Vampiros
O livro traz a história de uma pessoa que, transformada em vampiro, faz um retrospecto de sua vida e sua morte. É indicado a quem gosta de tramas psicológicas e sensualidade.
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Consternado
Link para baixar:
Público: Adulto
Temática: Ficção de suspense
O livro traz a história de Adônis, jovem perturbado mentalmente, que sofre complexo de Édipo. O texto é politicamente incorreto, com doses de humor, reviravoltas e mortes.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Resenha de Ronaldo Victoria
Antes, os pontos teoricamente fracos, para não parecer que essa resenha é chapa-branca. Acho que a narrativa demora a engrenar, parece que não vai rolar e que a história tem um tom esquemático e algo... ingênuo. Será?
Mas depois você se lembra que o escritor a criou com 22 anos, foi atrás do que queria e ousou. Sim, porque Juliano Schiavo foi atrevido em escolher um tema como o vampirismo. Isso num tempo em que já estamos todos meio enfastiados com o assunto, já que o cinema pink o transformou em água-com-açúcar.
Mas ele o aborda de maneira a fazer pensar em como guardamos nossos caninos afiados. Já que o personagem principal me parece uma projeção do próprio autor, por que não pensar que nós também afogamos os demônios interiores. E quem vai calar as mariposas?
Livro para baixar: clique aqui
Mas depois você se lembra que o escritor a criou com 22 anos, foi atrás do que queria e ousou. Sim, porque Juliano Schiavo foi atrevido em escolher um tema como o vampirismo. Isso num tempo em que já estamos todos meio enfastiados com o assunto, já que o cinema pink o transformou em água-com-açúcar.
Mas ele o aborda de maneira a fazer pensar em como guardamos nossos caninos afiados. Já que o personagem principal me parece uma projeção do próprio autor, por que não pensar que nós também afogamos os demônios interiores. E quem vai calar as mariposas?
Livro para baixar: clique aqui
domingo, 6 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Livro para download

Finalmente 'libertei' O Silêncio das Mariposas para download. Os interessados podem baixar o livro clicando aqui.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Tribo do Livro
Texto de Lean Lioncourt
Sinopse
O livro traz em suas páginas uma personagem sem nome e sem sexo, que revela o sofrimento e os prazeres de sua vida em morte. Transformada em vampiro, seus instintos e sensações se aguçam. Os relatos, que parecem ter sido sussurrados, oferecem ao leitor um retrospecto da infância da personagem até o desfecho de sua história.
Resenha por Lean Lioncourt
“Não sei o que sou, nem mesmo o que me tornei. Também não entendo os motivos que me fizeram chegar aqui onde estou”. Com esta frase se inicia o livro.
Uma obra fascinante, intrigante e estritamente única em leitura. Narra uma epopeia forçada de um vampiro recém-nascido, em busca de vingança e compreensão acerca da sua condição atual. Como tema principal além da transfiguração, vemos a exigência da assexualidade do personagem. Ora mostrando-se feminina em atitudes de macho, ora masculino em atitudes de fêmea, dando um toque particular à obra. É como uma transliteração do conceito do Vampiro clássico trazido à uma modernidade que acabou sendo feliz em médio, já que perdeu um pouco desta mesma psiquê gótica que pretendia.
Tem uma linguagem branca, sensual sem ser vulgar, sedutora e por ser um livro curto, acaba deixando a ideia de que não está completo. Muitas questões pairam antes e durante, talvez esperando que o vitríolo do autor exceda os limites normais - como parece ter acontecido - novamente e que a obra tenha uma definição a seguir. Ainda na questão da linguagem, toma-se uma cacofonia que poderia até ser agressiva mas acaba mostrando a fragilidade real do vampiro novo.
Sua dependência do Mestre, sua necessidade de exposição, sua abordagem de vingança por desejo, tudo isso acaba nos conquistando a atenção. É como se, dando nossos poderes a um jovem perturbado, ele pudesse se tornar seu próprio herói.
Ainda na escola antiga, o autor (mesmo sendo um jovem mestre) consegue explorar bem o caracter Hemingway de categorizar cada pequena ação ou reação com seus dotes mais singelos ao descrever uma brisa da manhã de outono ou a tão famigerada sensação de Mariposas ao estômago.
Ao passo de uma cronologia também curta (estimo que alguns poucos meses), chegamos novamente à questão da vivência absoluta, sem restrições e - parabolas in loco - o tão sonhado desapego que todo neófito sonha ter quando aprende do Sangue Negro.
O autor não esclarece, como foi dito, todas as questões talvez para ter o elo da próxima edição que poderá ser tão grande quanto esta primeira foi. É belo, artístico, profundo, eviscerante, nostálgico e bem adaptado.
Falando ainda da assexualidade, achei uma boa saída para não precisar estereotipar o protagonista (como grandes nomes o fizeram antes).
É sedutor e por vezes ultrapassa este limite, nos fazendo amar o personagem e ainda desejá-lo. Cria-se uma rotina no livro, mas até então pelo olhar do conhecedor, seja algo que ainda não é discutido abertamente, logo, esta rotina é fundamental para adaptação tanto da questão humana perdida quanto da monstruosidade aceita.
É uma obra que mexe no físico e no químico do leitor, seja para o bem ou para o mal. Muitos o abandonarão nas primeiras doze páginas mas aos que continuarem garanto que serão recompensados com uma profundade instigante e uma história relevante até mesmo a aprendizado mesmo não tendo como foco esta intenção.
Enfim, recomendo este livro para o Hall da Literatura sombria e o autor para um breve beijo de sangue.
Para bibliografia
SCHIAVO, Juliano. O Silêncio das Mariposas. Brasil: Multifoco, 2010.
Sinopse
O livro traz em suas páginas uma personagem sem nome e sem sexo, que revela o sofrimento e os prazeres de sua vida em morte. Transformada em vampiro, seus instintos e sensações se aguçam. Os relatos, que parecem ter sido sussurrados, oferecem ao leitor um retrospecto da infância da personagem até o desfecho de sua história.
Resenha por Lean Lioncourt
“Não sei o que sou, nem mesmo o que me tornei. Também não entendo os motivos que me fizeram chegar aqui onde estou”. Com esta frase se inicia o livro.
Uma obra fascinante, intrigante e estritamente única em leitura. Narra uma epopeia forçada de um vampiro recém-nascido, em busca de vingança e compreensão acerca da sua condição atual. Como tema principal além da transfiguração, vemos a exigência da assexualidade do personagem. Ora mostrando-se feminina em atitudes de macho, ora masculino em atitudes de fêmea, dando um toque particular à obra. É como uma transliteração do conceito do Vampiro clássico trazido à uma modernidade que acabou sendo feliz em médio, já que perdeu um pouco desta mesma psiquê gótica que pretendia.
Tem uma linguagem branca, sensual sem ser vulgar, sedutora e por ser um livro curto, acaba deixando a ideia de que não está completo. Muitas questões pairam antes e durante, talvez esperando que o vitríolo do autor exceda os limites normais - como parece ter acontecido - novamente e que a obra tenha uma definição a seguir. Ainda na questão da linguagem, toma-se uma cacofonia que poderia até ser agressiva mas acaba mostrando a fragilidade real do vampiro novo.
Sua dependência do Mestre, sua necessidade de exposição, sua abordagem de vingança por desejo, tudo isso acaba nos conquistando a atenção. É como se, dando nossos poderes a um jovem perturbado, ele pudesse se tornar seu próprio herói.
Ainda na escola antiga, o autor (mesmo sendo um jovem mestre) consegue explorar bem o caracter Hemingway de categorizar cada pequena ação ou reação com seus dotes mais singelos ao descrever uma brisa da manhã de outono ou a tão famigerada sensação de Mariposas ao estômago.
Ao passo de uma cronologia também curta (estimo que alguns poucos meses), chegamos novamente à questão da vivência absoluta, sem restrições e - parabolas in loco - o tão sonhado desapego que todo neófito sonha ter quando aprende do Sangue Negro.
O autor não esclarece, como foi dito, todas as questões talvez para ter o elo da próxima edição que poderá ser tão grande quanto esta primeira foi. É belo, artístico, profundo, eviscerante, nostálgico e bem adaptado.
Falando ainda da assexualidade, achei uma boa saída para não precisar estereotipar o protagonista (como grandes nomes o fizeram antes).
É sedutor e por vezes ultrapassa este limite, nos fazendo amar o personagem e ainda desejá-lo. Cria-se uma rotina no livro, mas até então pelo olhar do conhecedor, seja algo que ainda não é discutido abertamente, logo, esta rotina é fundamental para adaptação tanto da questão humana perdida quanto da monstruosidade aceita.
É uma obra que mexe no físico e no químico do leitor, seja para o bem ou para o mal. Muitos o abandonarão nas primeiras doze páginas mas aos que continuarem garanto que serão recompensados com uma profundade instigante e uma história relevante até mesmo a aprendizado mesmo não tendo como foco esta intenção.
Enfim, recomendo este livro para o Hall da Literatura sombria e o autor para um breve beijo de sangue.
Para bibliografia
SCHIAVO, Juliano. O Silêncio das Mariposas. Brasil: Multifoco, 2010.
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